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Olho neles: “Pogba” no Equador e a cadência de Arroyo renovar perigoso Emelec

Quem é o atual campeão equatoriano? O que esperar do Emelec, dentro de casa, no George Capwell, na noite de quarta-feira? Qual o tamanho da ameaça para o Flamengo Independente na “Caldeira” do sistema elétrico – apelido do time que surgiu através do superintendente americana (Capwell) de que a companhia de energia de Guayaquil, na década de 1920?

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Desde sábado, em Guayaquil, o GloboEsporte.com procurei respostas, informações, e viu in loco a goleada do Emelec sobre o Deportivo Cuenca. Com 100% de aproveitamento em quatro jogos na temporada – e um empate na copa Libertadores da américa contra o Santa Fé, na Colômbia, o “azul” não colocar medo na última vez que enfrentou o Flamengo, no antigo Capwell – 2 a 1, gols de Alecsandro e Paulinho. Mas vem forte este ano, com reforços, revelações, e os jogadores mais experientes.

Confira um raio-x da equipe do equador:

Os motores da equipe

Olho número 5 e o número 17 do Emelec. Contratado no final do ano passado, os dois jovens são de Guayaquil. Dixon Arroyo e Nelson Soliz, um destro e mais de loop, outro canhoto, e o driver da bola. São dois organizadores da equipe.
imagem12-03-2018-19-03-35Análise do Emelec (Foto: Raphael Zarko)
Revelado no Deportivo Quito, Arroyo tem 25 anos e foi contratado pelo Independiente del Valle, no final do contrato assinado com o “azul” quatro meses antes do fim da última temporada. Todo o jogo do Emelec fora do pé do Arroyo, que tem um bom trabalho de cobertura, e, apesar do aumento pouco para o ataque, é o único que tem o passe mais vertical na equipe.

Um pouco mais novo, Soliz, de 24 anos, é um fã de Pogba e Verrati, e já ouviu falar da imprensa local e os fãs de comparações – mutatis mutandis, é claro – com o meio-campista francês do Manchester United. De boa estatura, canhotinho foi comprada pela Cidade de Guayaquil, e é posicionado sempre para a frente do Arroyo, olhando para o espaço entre os meio-campistas e defensores e adversários – por trás de Preciado, Burbano, Matamoros, e o Ângulo.

Apesar de cobrir bem na defesa, às vezes Arroyo está sozinho na marcação. Soliz vai bem, com um contra-ataque rápido, inevitavelmente, vai pegar a defesa em desvantagem.

Outro Silva

Recém-naturalizado do equador, do paraguai, Francisco Silva estreou fazendo gol de cabeça na vitória sobre o Emelec (4 a 1 no último sábado) e fiquei impressionado com a energia no ar ofensiva. Antes de fazer o gol, quase marcou em um jogo muito semelhante.

– Silva cabeceia muito bem. Ele não só tenta mover-se como ele coloca muito bem a bunda. Ele dirige – ele enfatizou o treinador uruguaio Alfredo Arias.

Outro importante jogador da defesa não deve agir. O veterano Guagua, o titular da seleção. Silva joga ao lado de Marlon Mejía, um jovem equatoriano, de 23 anos.

A liderança da Dreer

Jogador mais velho do grupo, “electric”, no lado do Guagua -o goleiro de 36 anos, chega a sétima temporada em uma linha, com a camisa do “bombillo” – apelido do time equatoriano. Reserva na seleção do equador, Dreer enfrentou o Flamengo na Libertadores de 2014. Dentro do campo, é o capitão e líder, com uma voz activa durante o jogo e nos momentos de inatividade do jogo – sempre orientar e chamar a atenção dos companheiros. Também não é incomum vê-lo começar a se move com a bola nos pés, colocando-se como uma opção para os defensores e Arroyo.
imagem12-03-2018-19-03-37Esteban Dreer enfrentou o Flamengo na Libertadores de 2014. Ele segue por lá (Foto: Reprodução / SporTV)

“Caldeira”

 

Com uma capacidade de 40 mil torcedores, o estádio George Capwell, renovado, ampliado (antes, capaz de receber 20 mil) e reaberto em setembro de 2016, apenas o Barcelona venceu o time da casa no “novo Capwell”, em outubro do mesmo ano. A arquitetura é semelhante para o estádio Independência, mas com a construção de arquibancadas que cercam as linhas do campo – casa do América-MG não tem arquibancada atrás de um dos gols.
imagem12-03-2018-19-03-38Os fãs do Emelec, no George Capwell (Foto: Raphael Zarko)

Nenhuma cerca ou grade ao redor do gramado, contra o Deportivo Cuenca, após o quarto gol, em linda do lado argentino Luna, uma pequena “hincha” abraçou um dos jogadores eléctrica -os fãs estão apenas a poucos metros do campo de jogo. O aumento da pressão das arquibancadas vem atrás dos gols, onde estão os “bares”. As músicas são bem conhecidas, e ritmos que são comuns em outros estádios sul-americanos. “Y ya lo cinco, y ya lo cinco, es lo equipo de Emelec” é cantado a cada gol do time da casa.

Para conhecer mais músicas da torcida localização:

“Vamos, azules, esta noche tenemos que ganar”

“Quando o Emelec é errado, seus fãs faz você ganhar. Há que cantar com mais força, se estamos perdendo. Isso é chamado de, “bodes”. Há que ter sentimento”

“Que foi, toro meco (queima)? Eu ainda estou esperando por você. Para vir para o Capwell. A luta mano a mano”.

Os medalhões e as apostas

Se ele aparecer com boas revelações, como a dupla de ataque Preciado – o melhor do jogo de equipe e individuais Ângulo, que se você não tem muita técnica de fazer bem o pivô e aproveitar o que de bom porte físico, o tempo de Arias é no meio do processo de renovação da equipe campeã, no equador, e chegando ao oitavo sucessivas Libertadores da América. A base da defesa titular no ano passado é que quase todos os mais de 30 anos de idade. Paredes, lateral-direito da seleção do equador, é o mais jovem, com 30. Baguin, que é dúvida para o jogo de quarta-feira, tem 35, e Guagua, defender, 36.

No meio de campo, o volante Pedro Quiñonez, 33 anos, era titular até a chegada de Soliz. O camisa 10 Matamoros, 33, tem boa movimentação, mas a técnica não é tão refinada. Contra o Deportivo Cuenca, desperdício de faltas e possibilidades. Burbano, que atua pela direita no meio, também não me impressionou.

A equipe azul ataques mais pelo centro do campo, com mesas e poucas jogadas pelas pontas, principalmente com Preciado, o que pode facilitar a marcação do Flamengo que você precisa para fechar o espaço e os avanços de Arroyo e Soliz. A falta de variação de jogadas ofensivas, e, com exceção da Silva, não é tão perigoso no jogo aéreo. O ataque do Flamengo deve estar ciente de que o número 26, o zagueiro Mejía. Ele tende a sair mais para o jogo e assumir riscos com a bola.
imagem12-03-2018-19-03-40Provável formação do Emelec para o jogo contra o Flamengo (Foto: f=”http://globoesporte.com/” rel=”nofollow” style=”background-color: transparent; box-sizing: border-box; color: rgb(204, 0, 0) !importante; text-decoration linha: none;”>GloboEsporte.com)

Totalmente fora de ritmo, a nova atração do Emelec, Jefferson Montero volta ao time elétrico depois de 11 anos. Ele fez sua estréia na goleada contra Cuenca, mas não conseguiu sequência até mesmo um jogo. Já o argentino Fernando Luna é peça importante no tempo de Arias. É mais hábil e mais rápido do que o experiente Matamoros.

Reprodução: Globo Esporte

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