Mais do mesmo.
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Foto: Gilvan de Souza / Flamengo |
Flamengo jogando em casa, contra um time que até então nunca tinha perdido pontos, jogando pelo Campeonato Brasileiro. Sinal de vitória? Sim, pra 40 milhões de torcedores, sim. Porém, pra esse elenco do Flamengo, de 2016, qualquer estatística é uma mera estatística, que simplesmente fica esquecida, infelizmente.
Não vimos mais, aquela vontade de vencer, aquela gana, aquele time que ficou conhecido pela Raça dos jogadores, o amor da nação, e a paixão, como uma mistura dos dois elementos. O que houve com você, Flamengo? Cadê meu time? Cadê aqueles 11 jogadores, que representavam a nossa Nação?
No jogo de ontem, quem viu os primeiros 15 minutos, se empolgou com uma postura diferente, um time aguerrido, uma vontade que não vimos em 2016. Mas, passado a empolgação dos primeiros minutos de jogo, vimos mais do mesmo. Um time com uma enorme porcentagem de posse de bola, mas sem objetividade. Um time que sofre o gol de empate (Num pênalti, que não aconteceu), mais com mais da metade do tempo de jogo, pra ao menos tentar fazer mais um, coisa que também não aconteceu. Vimos também, um treinador perdido, que até tenho simpatia por ele, mas que mexeu mal demais, tirando um dos principais homens do Flamengo, pra colocar um “Falso 9”. Complicado, Flamengo. Tá complicado demais.
Já dizia o poeta, o Flamengo, não deve perder, sua derrota frustra, magoa, chateia. O homem não vive direito, não trabalha direito, não come direito. Ué, o Flamengo empatou. O que acontece é que não existe empate, o Flamengo vem perdendo ao longo do ano. Perdendo sua essência, sua identidade, e por mais difícil que seja, até sua torcida. Abandonar? Nunca.
Conte comigo, Mengão. Acima de tudo, Rubro Negro. Amor maior? Não tem igual.
Sempre Flamengo.
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